O cara é sinistro! Ave Cesar!!!
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sábado, 1 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
sábado, 16 de agosto de 2008
Os Homens mais rápidos do Mundo
Neste sábado olímpico, duas páginas da história foram escritas nas provas mais rápidas da mesma. A primeira, é uma história nacional. A segunda, mundial.

Sexta-Feira, 23h39, ou, no horário de Pequim, Sábado, 10h39. Neste momento começaria, no Cubo D'água, os 21s30 mas importantes da história da natação Brasileira. Cesar Cielo pulava na piscina para escrever seu nome na história, ganhando, incontestavelmente, a 1ª medalha de Ouro olímpica da história da natação tupiniquim. Ganhou com incríveis 15 centésimos de diferença, uma eternidade, tratando-se de 50m livre, a prova mais rápida da natação. Cielo, como havia dito ontem, era A chance que o Brasil tinha de ganhar o ouro olímpico. E ganhou. Merecido. Incontestável. Incrível. Parabéns ao nosso nadador, pois, ganhar uma medalha de ouro defendendo um país que nada (ou quase nada) faz pelo seus atletas é sensacional.
E um detalhe: por míseros 2 centésimos, não bateu o recorde mundial. Mas bateu o olímpico.

Sábado, 11h30, e começa a prova mais tradicional do atletismo, os 100m. Prova que tinha um favorito, o Jamaicano Usain Bolt. Mas ele não precisava ganhar tão fácil... Ganhou com 20 centésimos de diferença pro segundo colocado (outra eternidade), bateu o recorde mundial, com o tempo de 9s69... Mas o mais incrível foi o final da prova. Após cerca de 75, 80 metros de prova, Bolt olhou pro lado, não viu ninguém e "soltou". Começou a abrir os braços, depois bateu no peito. Com a prova valendo. E, ainda assim, bateu o recorde mundial. quanto ele faria se "levasse a sério"? 9s60? 9s55? Incrível! essa vai ficar pra história.
Parabéns aos dois campeões!
Video da prova do Cielo (pena que não achei com a narração do sportv... a da globo é daquele jeito que a gente sabe... ¬¬):
Sexta-Feira, 23h39, ou, no horário de Pequim, Sábado, 10h39. Neste momento começaria, no Cubo D'água, os 21s30 mas importantes da história da natação Brasileira. Cesar Cielo pulava na piscina para escrever seu nome na história, ganhando, incontestavelmente, a 1ª medalha de Ouro olímpica da história da natação tupiniquim. Ganhou com incríveis 15 centésimos de diferença, uma eternidade, tratando-se de 50m livre, a prova mais rápida da natação. Cielo, como havia dito ontem, era A chance que o Brasil tinha de ganhar o ouro olímpico. E ganhou. Merecido. Incontestável. Incrível. Parabéns ao nosso nadador, pois, ganhar uma medalha de ouro defendendo um país que nada (ou quase nada) faz pelo seus atletas é sensacional.
E um detalhe: por míseros 2 centésimos, não bateu o recorde mundial. Mas bateu o olímpico.
Sábado, 11h30, e começa a prova mais tradicional do atletismo, os 100m. Prova que tinha um favorito, o Jamaicano Usain Bolt. Mas ele não precisava ganhar tão fácil... Ganhou com 20 centésimos de diferença pro segundo colocado (outra eternidade), bateu o recorde mundial, com o tempo de 9s69... Mas o mais incrível foi o final da prova. Após cerca de 75, 80 metros de prova, Bolt olhou pro lado, não viu ninguém e "soltou". Começou a abrir os braços, depois bateu no peito. Com a prova valendo. E, ainda assim, bateu o recorde mundial. quanto ele faria se "levasse a sério"? 9s60? 9s55? Incrível! essa vai ficar pra história.
Parabéns aos dois campeões!
Video da prova do Cielo (pena que não achei com a narração do sportv... a da globo é daquele jeito que a gente sabe... ¬¬):
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Cielo e Thiago
(Mais Natação) - Bom, quem acompanhou um pouco mais a fundo a natação (fundo, natação... tudo a ver... horrivel essa), sabia que a grande chance de medalha do Brasil na natação era com César Cielo, nos 50m livre, que é hoje a noite. Acabou que ele ganhou uma (de bronze) já nos 100m livre, medalha surpreendente e muito festejada. O que nos dá esperança de algo melhor nos 50m livre. E, mesmo que ele não ganhe, fez o seu papel.
De qualquer forma, pro Thiago Pereira ganhar uma medalha era muito difícil. Afinal, ele só tinha 2 chances de medalha, e não três (nadava contra Michael Phelps)... e não ganhou, ótimo, vida que segue...
Não vou me alongar mais. quem melhor explica meu pensamento, é Flávio Gomes, em seu blog.
Flávio Gomes
VAI, THIAGO…
Você se lembra desta voz? Continua a mesma. Estridente, chata, insuportável. Mas as minhas medalhas… Quanta diferença! Essa voz do link é da mãe de Thiago Pereira, Rose, que ficou, hum, famosa durante o Pan do Rio porque não parava de berrar “Vai, Thiagôôô!” em todas as provas de que o rapaz participou, acentuando o “o”, compassadamente, uma coisa irritante e evidentemente teatral a partir do momento em que as câmeras notaram aquela gritaria toda e ela começou a aparecer em todos os programas de TV possíveis e virou celebridade instantânea, por conta dos seis ouros do filho (mais uma prata e um bronze) na piscina carioca.
Thiago Pereira despediu-se hoje dos Jogos sem medalha alguma, porque Olimpíada é um negócio que serve, entre outras coisas, para desmascarar a farsa patriótica que quase todas as TVs montam em Jogos Pan-americanos, transformando todos os atletas brasileiros em super-heróis imbatíveis sem lembrar o pobre público que o nível das competições é muito baixo, quando comparado àquilo que acontecerá no ano seguinte. Pan não serve para projetar nada em Olimpíada. Thiago Pereira viu isso hoje. E saiu do Cubo evitando boa parte da imprensa brasileira que o esperava do lado de fora. A mesma imprensa que para gravar a mãe gritando “Vai, Thiagôôô!” serve.
Não gosto desse tipo de coisa. A derrota é chata, frustrante, decepcionante, mas faz parte do jogo. É preciso saber perder. O cara não tem a obrigação de ganhar medalha nenhuma. Está lá nadando por ele, não por uma nação. Que o conheceu no ano passado pela TV, na glória do ouro farto, e agora gostaria de saber porque não veio nada. Ao menos por curiosidade, não para pendurá-lo numa cruz. Era só falar e pronto. Para todo mundo, não apenas para alguns.
Bem que Confúcio, um dia, disse a Gah-Fang-Yotong, seu fiel discípulo: “Se no fim da piscina não encontrar o ouro, vai ver se está no fundo e não reclama”. E deu um caldo nele.
De qualquer forma, pro Thiago Pereira ganhar uma medalha era muito difícil. Afinal, ele só tinha 2 chances de medalha, e não três (nadava contra Michael Phelps)... e não ganhou, ótimo, vida que segue...
Não vou me alongar mais. quem melhor explica meu pensamento, é Flávio Gomes, em seu blog.
Flávio Gomes
VAI, THIAGO…
Você se lembra desta voz? Continua a mesma. Estridente, chata, insuportável. Mas as minhas medalhas… Quanta diferença! Essa voz do link é da mãe de Thiago Pereira, Rose, que ficou, hum, famosa durante o Pan do Rio porque não parava de berrar “Vai, Thiagôôô!” em todas as provas de que o rapaz participou, acentuando o “o”, compassadamente, uma coisa irritante e evidentemente teatral a partir do momento em que as câmeras notaram aquela gritaria toda e ela começou a aparecer em todos os programas de TV possíveis e virou celebridade instantânea, por conta dos seis ouros do filho (mais uma prata e um bronze) na piscina carioca.
Thiago Pereira despediu-se hoje dos Jogos sem medalha alguma, porque Olimpíada é um negócio que serve, entre outras coisas, para desmascarar a farsa patriótica que quase todas as TVs montam em Jogos Pan-americanos, transformando todos os atletas brasileiros em super-heróis imbatíveis sem lembrar o pobre público que o nível das competições é muito baixo, quando comparado àquilo que acontecerá no ano seguinte. Pan não serve para projetar nada em Olimpíada. Thiago Pereira viu isso hoje. E saiu do Cubo evitando boa parte da imprensa brasileira que o esperava do lado de fora. A mesma imprensa que para gravar a mãe gritando “Vai, Thiagôôô!” serve.
Não gosto desse tipo de coisa. A derrota é chata, frustrante, decepcionante, mas faz parte do jogo. É preciso saber perder. O cara não tem a obrigação de ganhar medalha nenhuma. Está lá nadando por ele, não por uma nação. Que o conheceu no ano passado pela TV, na glória do ouro farto, e agora gostaria de saber porque não veio nada. Ao menos por curiosidade, não para pendurá-lo numa cruz. Era só falar e pronto. Para todo mundo, não apenas para alguns.
Bem que Confúcio, um dia, disse a Gah-Fang-Yotong, seu fiel discípulo: “Se no fim da piscina não encontrar o ouro, vai ver se está no fundo e não reclama”. E deu um caldo nele.
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